sexta-feira, 28 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
um ano mais no B.I - O presente de aniversário!
Espera
En realidad fuera de mi tu existes
o acaso solamente te imagino,
¿ en que doblez del tiempo y del camino
tu misma me diras que aparecistes?
¿ A caso los colores con que vistes,
son el rumor de imaginario trino?
Yo te busco, te encuentro, te adivino
en los buenos momentos y en los tristes.
¿ No sientes el calor de mi llamado?
¿ no adviertes el afán con que apuro?
Yo vengo desde el fondo del pasado
buscando tu vigor en nuestra era,
tu estas sentada sobre mi futuro,
yo soy el tiempo que a tu tiempo espera.
Arturo Cabrera Calvo
En realidad fuera de mi tu existes
o acaso solamente te imagino,
¿ en que doblez del tiempo y del camino
tu misma me diras que aparecistes?
¿ A caso los colores con que vistes,
son el rumor de imaginario trino?
Yo te busco, te encuentro, te adivino
en los buenos momentos y en los tristes.
¿ No sientes el calor de mi llamado?
¿ no adviertes el afán con que apuro?
Yo vengo desde el fondo del pasado
buscando tu vigor en nuestra era,
tu estas sentada sobre mi futuro,
yo soy el tiempo que a tu tiempo espera.
Arturo Cabrera Calvo
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Why?
Porque será que quando se pensa que vamos fazer uma coisa, a vida dá uma sapatada e fazemos o seu oposto. Parece que está como alguém em modo invisivel no Msn, e sempre a vigiar à sucapa e cobardemente nos vai controlando sem nos apercebermos.
Ou será isto, pelo contrário, a vida a treinar a nossa força interior para fazer frente ao que se nos apresenta. Prefiro a segunda hipótese, pois é assim que se vai exercitando o carácter, a força, a pessoa em si, sem arranjar desculpas.
Dog Days are over? Maybe yes, maybe not, if i stand up firm and active.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
The Stick Men( e ainda há gente que se lamenta)
ON THE hilly streets of Chongqing, men with thick bamboo poles loiter for customers who will pay them to carry loads. The “stick men”, as they are called, hang the items from either end of the poles and heave them up over their shoulders. In a city where the Communist Party chief, Bo Xilai, likes to sing old revolutionary songs, these workers should be hymned as heroes. Yet few of them are even classed as citizens of the city where they live.
Most of the stick men were born in the countryside around Chongqing. (The name covers both the urban centre that served as China’s capital in the second world war, and a hinterland, the size of Scotland, which the city administers.) Since 1953, shortly after the Communists came to power, Chinese citizens have been divided into two strata, urban and rural, not according to where they live but on a hereditary basis. The stick men may have spent all their working lives on the streets of Chongqing, but their household registration papers call them “agricultural”.
para ler aqui
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Malhar na Arraia Miúda!
A Joana Amaral Dias, de quem aconselho vivamente a leitura do seu livro: Maniacos de Qualidade, rasgou este espaço virtual com um parágrafo que recomendo vivamente. Para ler aqui.
Preocupa-me violentamente o estado das coisas.
Preocupa-me violentamente o estado das coisas.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Provérbio chinês: Todos os dias arrumamos os cabelos, porque não o coração?
A alegria deve ser alternada com períodos de nostalgia, de reflexão, de interiorização, sem necessariamente se cair na depressão, isto é, aquela tristeza himalaia erguida dentro de nós por longos períodos que não nos deixa apreciar o bom, o belo da vida; tenho para mim que se deve aprender, no fundo, a sedimentar as ideias nos compartimentos internos e depois deixar actuar na personalidade as boas emoções. Gosto de pessoas discretas, serenas, mas intensas; supérfluas quando têm que ser supérfluas(a vida às vezes já nos presenteia com acontecimentos pesados o suficiente). Não gosto de histriónicos, não gosto de pessoas que concentram o seu discurso a relatar a sua vida e acontecimentos que nela operam como se de uma história interessantissima se trate; milhões de estórias de milhões de pessoas deste planeta são interessantissimas; a nossa estória de vida é sem dúvida única, e como tal deve ser preservada, guardada para nós, sob pena de andar na boca de algumas pessoinhas que não sentiram o que nós sentimos quando nos aconteceu o que aconteceu, nem vêem a nossa vida como algo interessante porque também têm as suas vidas interessantes. Há ainda os que sofrem de alter egos inflamados: A pessoa que tem um alter ego inflamado é do pior que há, não obrigada. Não há ponte possível; não deixam espaço para mais nada; são os narcisos a reflectirem no lago e, isso, só emoldurado numa tela num museu. Também há o lastimoso que se torna sedento de piedade e para isso também não há pachorra. A piedade é passar o recibo de incapacidade a alguém de ser capaz de gerir a sua vida. Quem melhor do que nós para sabermos como gerir as nossas vidas? Há depois os loucos que apesar de certos e fascinantes andam a esmurrar-se com a sociedade e isso cria hematomas e depois a pomada para sarar leva tempo. Há os que têm vidas dificeis e, esses, nem tempo têm para falar, quanto mais para se queixar. Há, e para minha felicidade, o Género sóbrio e Humilde sem se despojar de personalidade; o que concilia a inteligência com Humildade e discrição, adicionando-lhe a simpatia, ainda que por dentro seja visitado pelos tais Himalaias que se instalam em nós de quando em vez; o que se rende ao mundo das ideias e das pessoas que gosta, sem medos. Silencioso e ao mesmo tempo actuante; confiante e ao mesmo tempo humilde. Há certamente mais casos que irei nomeando oportunamente; estes foram só os que têm ultimamente desfilado à frente do meu globo ocular. ah, esqueci de me integrar num destes quadros, mas agora também não vale a pena, deixo isso para o espelho de todas as manhãs.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
2010 - Apocalipse me
Ontem foi a minha estreia na rádio. O debate sobre a palavra dita versus palavra escrita. As palavras fazem sempre parte da minha vida e já agora também o ginásio: a elitica, o remo, a bicicleta. 2010 é o ano do Tigre para os chineses; parece, e segundo os cálculos deles, que também sou tigre; portanto este será o meu ano, para o dedicar a mim e não aos outros; para experimentar novas palavras, novos hábitos, novas idas a concertos, e novos convites assim de vez em quando para ver se se minimizam os efeitos que algumas realidades andam a lançar; estou como o Pacheco Pereira e ainda recordando o último Post: Como adoro Vulcões! Mas dentro de mim.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Acto ou efeito de vulcanizar, ou seja, Eyjafjallajokull
Os vulcões têm efeitos devastadores e a comprovar está este na islândia: voos cancelados, aquela megalomania nos céus com o que esse vulcãozinho anda a expelir, prejuízos aos milhares de Euros, dores de cabeça nos aeroportos, noites sem dormir, dias à espera para regressar a casa, o ter que permanecer quando tem que se andar. Este vulcão deve ter a mania realmente de que as pessoas têm a vida dele: a dormir durante não sei quanto tempo e de repente sem dar caneco a ninguém resolve despertar até os Deuses que estavam tão tranquilos da vida lá nos céus a governar. Quero saber quem vai limpar tamanha festa que este rapazinho decidiu fazer ao acordar do seu sono de Cinderela. Pois é. Agora temos que aguentar a bomboca de mais um capricho do menino a berrar e a deitar baba por tudo quanto é espaço aéreo. Não há pachorra. Já não chegam os vulcões que nos habitam, com as suas manias e esquisitices, daqueles que nos fazem fazer 3 parvoíces e 1 coisa sensata só porque queremos sentir que estamos vivos que ainda vem este senhor da Islândia com tamanha verbosidade - noone can´t stand it -. Já não chegam as nossas lavas como a angústia de te perder numa terça-feira qualquer só porque já não aguentas gostar desta maneira e eu não consigo gostar desta maneira, e porque não estava escrito lá no céu que eu e tu pudessemos existir aqui em baixo, que ainda tinha de vir este vulcão islandês para lançar a sua maldade para o céu, que é o único lugar que não me canso de olhar, olhar sem ter medo.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
16 de Abril 1889
Comemora-se hoje o aniversário daquele a quem não foi preciso falar muito para mudar a rotação do planeta. Às vezes é assim comigo, gosto de alguns tipos de silêncio entre as pessoas e ainda assim saber que estamos a comunicar; não deixar cair palavras só por deixar. É no silêncio que se edificam as pontes e não barreiras. As palavras têm dupla personalidade: Atraiem-nos ou afastam-nos das pessoas. Os gestos têm carácter sólido e é nessa solidez que se erguem as palavras verdadeiras.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Balada para un loco - Astor Piazzolla
Las tardecitas de Buenos Aires tienen ese que se yo, viste?
Salgo de casa por Arenales, lo de siempre en la calle y en mi...
Cuándo, de repente, detras de un árbol, se aparece el.
Mezcla rara de penultimo linyera
y de primer polizonte en el viaje a Venus.
Medio melón en la cabeza,
las rayas de la camisa pintadas en la piel,
dos medias suelas clavadas en los pies
y una banderita de taxi libre levantada en cada mano.
Parece que solo yo lo veo,
Porque él pasa entre la gente y los maniquíes le guiñan,
los semáforos le dan tres luces celestes
y las naranjas del frutero de la esquina
le tiran azahares.
Y así, medio bailando y medio volando,
se saca el melón, me saluda,
me regalo una banderita y me dice:
(Cantado)
Ya sé que estoy piantao, piantao, piantao...
No ves que va la luna rodando por Callao,
que un corso de astronautas y niños, con un vals,
me baila alrededor... ¡Bailá! ¡Vení! ¡Volá!
Ya sé que estoy piantao, piantao, piantao...
Yo miro a Buenos Aires del nido de un gorrión
y a vos te vi tan triste... ¡Vení! ¡Volá! ¡Sentí!...
el loco berretín que tengo para vos.
¡Loco! ¡Loco! ¡Loco!
Cuando anochezca en tu porteña soledad,
por la ribera de tu sábana vendré
con un poema y un trombón
a desvelarte el corazón.
¡Loco! ¡Loco! ¡Loco!
Como un acróbata demente saltaré,
sobre el abismo de tu escote hasta sentir
que enloquecí tu corazón de libertad...
¡Ya vas a ver!
(Recitado)
Y asi diziendo, el loco me convida
a andar en su ilusión super-sport
Y vamos a correr por las cornisas
¡con una golondrina en el motor!
De Vieytes nos aplauden: "¡Viva! ¡Viva!",
los locos que inventaron el Amor,
y un ángel y un soldado y una niña
nos dan un valsecito bailador.
Nos sale a saludar la gente linda...
Y loco, pero tuyo, ¡qué sé yo!:
provoca campanarios con su risa,
y al fin, me mira, y canta a media voz:
(Cantado)
Quereme así, piantao, piantao, piantao...Trepate a esta ternura de locos que hay en mí,
ponete esta peluca de alondras, ¡y volá!
¡Volá conmigo ya! ¡Vení, volá, vení!
Quereme así, piantao, piantao, piantao...
Abrite los amores que vamos a intentar
la mágica locura total de revivir...
¡Vení, volá, vení! ¡Trai-lai-la-larará!
(Gritado)
¡Viva! ¡Viva! ¡Viva!
Loca el y loca yo...
¡Locos! ¡Locos! ¡Locos!
¡Loca el y loca yo
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
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